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terça-feira, 6 de novembro de 2018

25/08/2013 09h00 - Atualizado em 25/08/2013 15h27

Potó: um dos insetos mais temidos pelo homem está à solta em Teresina

Bióloga diz que o potó escolhe locais mais quentes do homem para pousar.
O número de pessoas vítimas de potó aumentou em Teresina.

Gilcilene AraújoDo G1
O potó é um inseto pequeno que mais parece uma formiga, mas na maioria das vezes o estrago que ele deixa na pele de uma pessoa não é proporcional ao seu tamanho. Durante os períodos mais quentes, eles aparecem e são responsáveis por muitas queimaduras na pele humana. Em Teresina aumentou o número de pessoas vítimas do potó.

A bióloga Mariana Chandaliê explica que esses bichinhos com o nome científico paederus irritans são da família dos besouros e costumam aparecer no final do período chuvoso, quando está começando o calor. Ela também desfaz o mito de que os potós urinam nas pessoas causando queimaduras.
Professor Maycon Soares teve o pescoço queimado pelo potó (Foto: Arquivo pessoal)Professor Maycon Soares teve o pescoço queimado pelo potó (Foto: Arquivo pessoal)

“Na realidade os potós soltam uma secreção tóxica que provoca a queimadura quando se choca com a pele, eles não urinam nas pessoas. A toxina que eles liberam é uma forma de defesa já que eles acreditam que serão atacados. E dependendo do tipo de pele, a queimadura pode ser mais agressiva”, revela.

Mariana ressalta ainda que o potó gosta de calor e que ele escolhe locais mais quentes do corpo humano para pousar. “É comum vermos as pessoas atingidas no pescoço, dobra do cotovelo e atrás dos joelhos”, diz.

O potó também é atraído pela luz branca, pois é neste ambiente que ocorre a reprodução. Foi o que aconteceu com o professor Maycon Soares. Durante uma festa na residência de uma amiga, ele observou um número significativo de bichos ao redor da lâmpada e em seguida ele sentiu a pele arder.

“Foi como se estivesse sido picado pelo besouro. O potó pousou no meu pescoço e eu matei com a mão. No dia seguinte, o local estava vermelho e doendo bastante. Foi então que me dei conta de que eu tinha sido vítima do potó”, relatou o professor.
A secreção tóxica do bicho também atingiu o fotografo Regis Falcão.  (Foto: Arquivo pessoal)A secreção tóxica do bicho também atingiu o
fotógrafo Regis Falcão. (Foto: Arquivo pessoal)
A secreção tóxica do bicho também atingiu o fotógrafo Regis Falcão. Ele conta que não percebeu quando o potó liberou o liquido. “O potó liberou a toxiquina, justamente próximo ao olho esquerdo que uso para fotografar. É um incômodo muito grande, mas não passei nenhuma pomada por conta da proximidade com o olho”, disse Regis Falcão.

Prevenção
Uma das medidas preventivas é trocar a luz branca pela luz amarela, já que eles são atraídos por esse tipo de iluminação para sua reprodução. Também pode acionar uma empresa especializada em desinsetização para pulverizar as áreas aonde esses insetos costumam aparecer.

“Outra dica é matar o inseto com a palma da mão e a sola do pé, locais onde a secreção do potó não causam queimaduras nos humanos”, revelou a bióloga Mariana.

A especialista ressalta também a importância de procurar um dermatologista por conta das queimaduras. “Muitas pessoa usam medicamentos caseiros, mas o ideal fazer uso de remédios recomendados por profissionais de saúde, porque em uma pessoa a queimadura é maior do que em outras e o médico saberá indicar o melhor medicamento”, recomenda.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

20 obras que o BNDES financiou em outros países durante governos petistas.

1) Porto de Mariel (Cuba)

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Valor da obra – US$ 957 milhões (US$ 682 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

2) Hidrelétrica de San Francisco (Equador)

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Valor da obra – US$ 243 milhões
Empresa responsável – Odebrecht
 Após a conclusão da obra, o governo equatoriano questionou a empresa brasileira sobre defeitos apresentados pela planta. A Odebrecht foi expulsa do Equador e o presidente equatoriano ameaçou dar calote no BNDES.

3) Hidrelétrica Manduriacu (Equador)

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Valor da obra – US$ 124,8 milhões (US$ 90 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht
Após 3 anos, os dois países ‘reatam relações’, e apesar da ameaça de calote, o Brasil concede novo empréstimo ao Equador.

4) Hidroelétrica de Chaglla (Peru)

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Valor da obra – US$ 1,2 bilhões (US$ 320 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

5) Metrô Cidade do Panamá (Panamá)

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Valor da obra – US$ 1 bilhão
Empresa responsável – Odebrecht

6) Autopista Madden-Colón (Panamá)

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Valor da obra – US$ 152,8 milhões
Empresa responsável – Odebrecht

7) Aqueduto de Chaco (Argentina)

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Valor da obra – US$ 180 milhões do BNDES
Empresa responsável – OAS

8) Soterramento do Ferrocarril Sarmiento (Argentina)

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Valor – US$ 1,5 bilhões do BNDES
Empresa responsável – Odebrecht

9) Linhas 3 e 4 do Metrô de Caracas (Venezuela)

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Valor da obra – US$ 732 milhões
Empresa responsável – Odebrecht

10) Segunda ponte sobre o rio Orinoco (Venezuela)

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Valor da obra – US$ 1,2 bilhões (US$ 300 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

11) Barragem de Moamba Major (Moçambique)

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Valor da obra – US$ 460 milhões (US$ 350 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Andrade Gutierrez

12) Aeroporto de Nacala (Moçambique)

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Valor da obra – US$ 200 milhões ($125 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

13) BRT da capital Maputo (Moçambique)

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Valor da obra – US$ 220 milhões (US$ 180 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

14) Hidrelétrica de Tumarín  (Nicarágua)

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Valor da obra – US$ 1,1 bilhão (US$ 343 milhões)
Empresa responsável – Queiroz Galvão
*A Eletrobrás participa do consórcio que irá gerir a hidroelétrica

15) Projeto Hacia el Norte – Rurrenabaque-El-Chorro (Bolívia)

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Valor da obra – US$ 199 milhões
Empresa responsável – Queiroz Galvão

16) Exportação de 127 ônibus (Colômbia)

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Valor – US$ 26,8 milhões
Empresa responsável – San Marino

17) Exportação de 20 aviões (Argentina)

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Valor – US$ 595 milhões
Empresa responsável – Embraer

18) Abastecimento de água da capital peruana – Projeto Bayovar (Peru)

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Valor – Não informado
Empresa responsável – Andrade Gutierrez

19) Renovação da rede de gasodutos em Montevideo (Uruguai)

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Valor – Não informado
Empresa responsável – OAS

20) Via Expressa Luanda/Kifangondo

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Valor – Não informado
Empresa responsável – Queiroz Galvão
Como estes existem mais de 3000 empréstimos concedidos pelo BNDES no período de 2009-2014. Conforme mencionado acima, o banco não fornece os valores… Ainda.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Nota Pública da CNBB sobre a visita do candidato à presidência Fernando Haddad

NOTA PÚBLICA
Sobre a visita do candidato Fernando Haddad
Recebi, na manhã desta quinta-feira, 11 de outubro, o candidato à presidência da República, Fernando Haddad. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é uma instituição aberta ao diálogo com pessoas e grupos da sociedade brasileira. É comum, em período eleitoral, que candidatos de diversos partidos e grupos políticos solicitem agenda e sejam recebidos, sem a presença da imprensa.
O candidato não veio pedir apoio e a CNBB não tem partido e nem candidato.  O candidato expôs suas propostas de governo e sua preocupação com o Brasil. Da minha parte, abordei com o candidato assuntos que preocupam os bispos do Brasil: a legalização do aborto, a proteção do meio ambiente, atenção especial à questão indígena e quilombola, a defesa da democracia e o combate rigoroso à corrupção. Também lembrei ao candidato o trabalho realizado pela CNBB durante a Campanha da Fraternidade deste ano que tratou, de forma profunda, da mobilização pela superação da violência.
Brasília-DF, 11 de outubro de 2018

Dom Leonardo Ulrich SteinerBispo auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

Os Judeus declaram guerra à Alemanha em 1933 com um Boicote Econômico à Alemanha Nazista, isso provocou represálias por parte do governo alemão mas também preparou o terreno para uma aliança econômica e política entre o governo de Hitler e os líderes do movimento sionista.

Ao confirmar-se o genocídio de seis milhões de judeus pelos nazistas, dever-se-ia ter instalado o novo Estado de Israel em território retirado da Alemanha (por exemplo, a área a branco no mapa)



Com uma solução territorial deste tipo, ter-se-ia evitado o desterro constrangido de milhões de judeus para a atrasada e desértica Palestina, e edificava-se um estado sionista na Europa Central, com quatro fronteiras a ocidente – Holanda, Bélgica, Luxemburgo e França – e fazendo fronteira com a Alemanha a oriente e a sul, dispondo ainda de bons acessos ao mar pelo norte. Enfim, um país privilegiadamente localizado para um povo criminosamente martirizado (retirado a um povo ominosamente culpado).



Obtendo o seu nome de Sião (Sion, Zion) que é o nome de um monte nos arredores de Jerusalém, o Sionismo é um movimento político que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado Judaico.

Em 1896, o livro "Judenstaat" ("O estado judaico") de Theodor Herzl, líder do Movimento Sionista, foi traduzido para inglês. Herzl pregava que o problema do anti-semitismo só seria resolvido quando os judeus dispersos pelo mundo pudessem reunir-se e estabelecer-se num Estado nacional independente.

Fundado formalmente em 1897, o sionismo abarcava uma grande diversidade de opiniões sobre onde deveria ser fundada a nação judaica, tendo-se pensado de início estabelecê-la no Chipre, na Argentina e até no Congo, entre outros locais julgados apropriados.

A chamada diáspora judaica, ou seja a dispersão dos judeus pelo mundo, foi o principal argumento de ordem religiosa a reivindicar o estabelecimento da pátria judaica na Palestina. No entanto, o argumento da expulsão [dos judeus da Palestina], é contestado por alguns sionistas, porque que não coincide com os registos históricos que dão como certo que, muito antes das deportações romanas, a grande maioria do povo judeu já se tinha helenizado e migrado espontaneamente ou que nem sequer teria retornado à Palestina após o cativeiro na Babilónia.

A Inglaterra expressou o seu apoio ao sionismo com a Declaração de Balfour, que colocou em prática com a aquisição do mandato sobre a região por ocasião da perda dos territórios pelo Império Otomano como consequência da Primeira Guerra Mundial, dando início a um aumento substancial da migração de judeus para lá durante duas décadas até 1945, migração esta que se acentuou com a "solução final" que levou os nazis a «exterminarem mais de seis milhões de judeus» durante a Segunda Guerra Mundial sob o governo de Hitler.

A Declaração de Balfour consta de uma carta escrita a 2 de novembro de 1917 pelo então ministro britânico dos Assuntos Estrangeiros, Arthur James Balfour, dirigida a Lord Rothschild comunicando-lhe o seu empenho em conceder ao povo judeu facilidades na povoamento da Palestina no caso da Inglaterra conseguir derrotar o Império Otomano, que, até então, dominava aquela região.

A França e a Itália, aliadas de Londres na Primeira Guerra Mundial ratificaram voluntariamente a Declaração de Balfour, evitando que o Oriente ficasse sob administração exclusiva do Império Britânico. Os Estados Unidos aprovaram-na somente em Agosto de 1918.

Observe-se que o objectivo primordial do sionismo, que consistia no estabelecimento de uma pátria judaica, sempre foi bem visto pelos organismos internacionais, de tal forma que a Liga das Nações (Mandato de 1922) assim como a ONU aprovaram desde logo os princípios básicos do sionismo, aliás extensível a qualquer povo da terra. Esta simpatia aumentou, e muito, após a descoberta do genocídio de judeus praticado pelos nazis alemães, sobretudo a partir de 1944, até ao final da Segunda Guerra Mundial.




Muito antes do governo de Hitler ter começado a restringir os direitos dos judeus alemães, os líderes da comunidade judia mundial declararam formalmente guerra à "Nova Alemanha" numa altura em que o Governo Americano e até mesmo os líderes judeus na Alemanha estavam a aconselhar prudência na forma de como lidar com o novo regime de Hitler.



A guerra dos líderes da comunidade internacional judia contra a Alemanha não só provocou represálias por parte do governo alemão mas também preparou o terreno para uma aliança económica e política entre o governo de Hitler e os líderes do movimento sionista que esperou que a tensão entre os alemães e os judeus conduzisse à emigração maciça dos judeus para a Palestina. Em suma, o resultado foi uma aliança táctica entre os Nazis e os fundadores do moderno estado de Israel - um facto que muitos hoje prefeririam ver esquecido.

A primavera de 1933 testemunhou o começo de um período de cooperação privada entre o governo alemão e o movimento sionista na Alemanha e na Palestina (e mundialmente) de forma a aumentar o fluxo de imigrantes judeus-alemães e dinheiro para a Palestina.

Para os líderes sionistas, a tomada do poder por Hitler ofereceu a possibilidade de um fluxo de imigrantes para a Palestina. Antes, a maioria dos judeus alemães que se identificavam como alemães tinham pouca afinidade com a causa sionista de promover o agrupamento da Judiaria mundial na Palestina. Mas os Sionistas compreenderam que só um Hitler anti-semita tinha capacidade para empurrar os judeus alemães anti-sionistas para os braços do Sionismo.

O actual lamento mundial dos partidários de Israel (já para não mencionar os próprios israelitas) sobre "o Holocausto", não ousam mencionar que tornar a situação na Alemanha insustentável para os judeus - em cooperação com o Nacional Socialismo alemão - fazia parte do plano.

Este foi a génese do denominado Acordo de Transferência (Transfer Agreement), acordo negociado em 1933 entre os judeus sionistas e o governo Nazi para transferir 60 mil judeus alemães e 100 milhões de dólares para a Palestina Judaica, em troca do fim do boicote mundial judeu que ameaçava derrubar o regime de Hitler.

De acordo com historiador judeu Walter Laqueur e muitos outros, os judeus alemães estavam longe de estar convencidos de que a imigração para a Palestina era a resposta. Além disso, embora a maioria dos judeus alemães tenha recusado considerar os Sionistas como seus líderes políticos, é certo que Hitler cooperou com os Sionistas com a finalidade de implementar a solução final: a transferência em massa de judeus para o Oriente Médio.

Edwin Black, no volumoso livro «O Acordo de Transferência» (The Transfer Agreement) (Macmillan, 1984), declarou que embora a maioria dos judeus não quisesse de forma nenhuma ir para a Palestina, devido à influência do movimento sionista dentro da Alemanha Nazi a melhor forma de um judeu de sair de Alemanha era emigrando para a Palestina.

As denúncias das práticas alemãs contra os judeus para os assustar e obrigarem-nos a ir para a Palestina serviu os interesses sionistas, porque só com o advento de hostilidade alemã para com a Judiaria se poderia convencer os judeus do mundo que a imigração [para a Palestina] era o único escape.

Para todos os propósitos, o governo Nacional Socialista foi a melhor coisa que podia acontecer ao Sionismo na história, pois "provou" a muitos judeus que os europeus eram irreprimivelmente anti-judeus e que a Palestina era a única resposta: o Sionismo veio a representar a grande maioria dos judeus somente por artifício e cooperação com Adolf Hitler.


Israel, o maior e único porta-aviões americano que é impossível afundar

Nalguns aspectos claramente demarcados, o actual apoio dos Estados Unidos ao governo israelita corresponde aos interesses próprios americanos. Numa região onde o nacionalismo árabe pode ameaçar o controle de petróleo pelos americanos assim como outros interesses estratégicos, Israel tem desempenhado um papel fundamental evitando vitórias de movimentos árabes, não apenas na Palestina como também no Líbano e na Jordânia. Israel manteve a Síria, com o seu governo nacionalista que já foi aliado da União Soviética, sob controlo, e a força aérea israelita é preponderante na região.


Como foi descrito por um analista israelita durante o escândalo Irão-Contras, onde Israel teve um papel crucial como intermediário, "É como se Israel se tivesse tornado noutra agência federal [americana], uma que é conveniente utilizar quando se quer algo feito sem muito barulho." O ex-ministro de Estado americano, Alexander Haig, descreveu Israel como o maior e o único porta-aviões americano que é impossível afundar.

O alto nível continuado de ajuda dos EUA a Israel deriva menos da preocupação pela sobrevivência de Israel mas antes do desejo de que Israel continue o seu domínio político sobre os Palestinianos e que mantenha o seu domínio militar da região.

Na realidade, um Estado israelita em constante estado de guerra - tecnologicamente sofisticado e militarmente avançado, mas com uma economia dependente dos Estados Unidos, está muito mais disposto a executar operações que outros aliados considerariam inaceitáveis, do que um Estado Israelita que estivesse em paz com os seus vizinhos.

Israel recebe actualmente três mil milhões de dólares por ano em ajuda militar dos Estados Unidos.


Em suma, um pequeno grupo de famílias que controla há mais de um século a alta finança mundial edificou uma sólida base militar, sob a forma de um Estado Judaico, junto das maiores reservas energéticas do planeta e do estratégico Canal de Suez:



segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Composição da bancada Gaucha na Câmara Federal


Deputados Federais eleitos pelo Rio grande do Sul

Confira o resultado oficial:
  1. Marcel Van Hattem (Novo) - 349.855 (5, 99%)
  2. Onyx Lorenzoni (DEM) - 183.518 (3,14%)
  3. Giovani Cherini (PR) - 151.719 (2,60%)
  4. Paulo Pimenta (PT) - 133.086 (2,28%)
  5. Marcon (PT) - 122.838 (2,10%)
  6. Marlon Santos (PDT) - 116.483 (1,99%)
  7. Lucas Redecker (PSDB) - 114.346 (1,96%)
  8. Fernanda Melchionna (PSOL) - 114.302 (1,96%)
  9. Heitor Schuch (PSB) - 109.053 (1,87%)
  10. Henrique Fontana (PT) - 108.585 (1,86%)
  11. Carlos Gomes (PRB) - 103.373 (1,77%)
  12. Bohn Gass (PT) - 102.964 (1,46%)
  13. Danrlei de Deus Goleiro (PSD) - 102.662 (1,76%)
  14. Covatti Filho (PP) - 102.063 (1,75%)
  15. Márcio Biolchi (MDB) - 100.362 (1,72%)
  16. Alceu Moreira (MDB) - 100.341 (1,72%)
  17. Afonso Hamm (PP) - 100.018 (1,71%)
  18. Maria do Rosário (PT) - 97.303 (1,66%)
  19. Pedro Westphalen (PP) - 97.163 (1,66%)
  20. Giovani Feltes (MDB) - 93.088 (1,59%)
  21. Bibo Nunes (PSL) - 91.664 (1,57%)
  22. Jerônimo Goergen (PP) - 89.707 (1,53%)
  23. Sanderson Federal (PSL) - 88.559 (1,52%)
  24. Osmar Terra (MDB) - 86.305 (1,48%)
  25. Maurício Dziedricki (PTB) - 83.617 (1,43%)
  26. Pompeo de Mattos (PDT) - 80.427 (1,38%)
  27. Daniel da TV (PSDB) - 74.789 (1,28%)
  28. Marcelo Moraes (PTB) - 69.904 (1,20%)
  29. Afonso Motta (PDT) - 65.712 (1,12%)
  30. Liziane Bayer (PSB) - 52.977 (0,91%)
  31. Nereu Crispin (PSL) - 32.200 (0,55%)

Deputados Estaduais eleitos no Rio Grande do Sul

Veja a lista completa:


Tenente Coronel Zucco (PSL) - 166.741
Ruy Irigaray (PSL) - 102.117
Any Ortiz (PPS) - 94.903
Edegar Pretto (PT) - 91.469
Silvana Covatti (PP) - 75.067
Luciana Genro (PSOL) - 73.865
Sergio Peres (PRB) - 72.165
Ernani Polo (PP) - 67.248
Valdeci Oliveira (PT) - 57.838
Lara (PTB) - 56.386
Elton Weber (PSB) - 55.645
Gabriel Souza (MDB) - 52.953
Sérgio Turra (PP) - 52.668
Eduardo Loureiro (PDT) - 50.054
Jeferson Fernandes (PT) - 49.809
Fábio Ostermann (NOVO) - 48.897
Tiago Simon (MDB) - 45.789
Adolfo Brito (PP) - 44.966
Kelly Moraes (PTB) - 44.755
Edson Brum (MDB ) - 43.836
Juliana Brizola (PDT) - 43.822
Gaúcho Da Geral (PSD) - 43.012
Costella (MDB) - 42.066
Fábio Branco (MDB) - 41.468
Mainardi (PT) - 41.450
Franciane Bayer (PSB) - 40.317
Pepe Vargas (PT) - 38.798
Classmann (PTB) - 37.920
Dirceu Do Busato (PTB) - 37.322
Zanchin (MDB) - 37.160
Gilberto Capoani (MDB) - 37.058
Zé Nunes (PT) - 36.982
Elizandro Sabino (PTB) - 36.033
Professor Issur Koch (PP) - 35.803
Gerson Burmann (PDT) - 35.136
Sebastião Melo (MDB) - 34.881
Frederico Antunes (PP) - 33.691
Sofia Cavedon (PT) - 32.969
Pedro Pereira (PSDB) - 32.290
Fernando Marroni (PT) - 30.704
Mateus Wesp (PSDB) - 28.173
Dr. Thiago (DEM) - 27.907
Neri O Carteiro (SD) - 27.808
Paparico Bacchi (PR) - 27.483
Dalciso Oliveira (PSB) - 26.765
Rodrigo Maroni (PODE) - 26.449
Airton Lima (PR) - 25.678
Viana (PSDB) - 25.629
Luiz Marenco (PDT) - 24.607
Zilá Breitenbach (PSDB) - 24.115
Eric Lins (DEM) - 23.042
Vilmar Lourenço (PSL) - 17.828
Capitao Macedo - Professor (PSL) - 17.591
Giuseppe Riesgo (NOVO) - 16.224
Fran Somensi (PRB) - 15.404